Economia com a substituição do acetileno por GLP


Um cliente importante da indústria de refrigeração, em dado momento, passava por sérios problemas de segurança operacional em seu sistema de soldagem à base de acetileno.

Constituíam-se tais problemas, basicamente, em partes da instalação inadequadas, excesso perigoso de pressão no sistema e dispositivos de segurança vencidos.

No ensejo da necessidade de uma urgente manutenção, mas, apoiando-se, principalmente, no fato de ser aquela empresa uma das únicas do ramo a utilizarem, ainda, o acetileno como gás combustível para solda, diferentemente da própria matriz, no exterior, que usa o GLP, a PROTECHNO decidiu apresentar a sugestão de substituir a rede de acetileno por uma rede de GLP, mediante o seguinte modelo de cálculo demonstrativo de viabilidade econômica:

Dados:

Consumo de acetileno com postos de solda (kg):
Período medido (meses):
Quantidade de GLP necessária para soldar a mesma quantidade de peças/ano, com postos de solda) (1) (kg):
Consumo a maior de oxigênio (2) (kg):
Preço do acetileno (R$/kg):
Preço do GLP (R$/kg):
Preço do oxigênio (R$/kg):
Investimentos orçados (R$):

Cálculo:

Consumo anual de acetileno (kg):
Preço total do acetileno consumido (R$):
Preço total do GLP consumido (R$):
Preço total do oxigênio consumido a maior (R$):
Economia anual (R$):
Economia mensal (R$):
Retorno dos investimentos orçados (meses):

1) Aumento da quantidade dos postos em função do menor poder calorífico do GLP
2) Aumento do consumo de oxigênio, em função do menor poder calorífico do GLP

Além do aspecto puramente econômico, deve ser apontado que, ao contrário do GLP, o acetileno, sendo um gás muito instável, necessita de cuidados especiais no acondicionamento em cilindros, bem como no transporte e estocagem, não devendo ainda entrar em contato com alguns metais como prata, mercúrio, ou ligas com maior teor de cobre, sob risco de explosão.